sexta-feira, 22 de maio de 2009

Mais suspeitas


As explicações que dirigentes do PSDB deram ontem sobre a arrecadação financeira da campanha eleitoral de 2006 só aumentaram as suspeitas de que alguma coisa está fora da ordem. A primeira declaração que chama a atenção é a do ex-tesoureiro Rubens Bordini, que disse que não pode garantir que não surjam outros e-mails comprometedores. A conclusão é óbvia: a correspondência perigosa só pode ser sobre fatos ou práticas, no mínimo, não recomendáveis.

Outra dúvida que surge da entrevista concedida por Bordini e pelo ex-presidente estadual do partido Bercílio Silva diz respeito ao papel do vice-governador como captador de recursos para a campanha tucana. Primeiro, Bordini afirmou que Paulo Feijó não tinha esta função. Agora admite que mandava e-mails para Feijó pedindo dinheiro. E que também telefonava pedindo ajuda de Paulo Feijó para pagar as contas da campanha. E que fez isto muitas vezes.

Quem duvidava da palavra de Paulo Feijó, colocou as barbas de molho.

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