quinta-feira, 9 de julho de 2009

De mulher para mulher

Magda Koenigkan não disfarça a forte mágoa que nutre pela governadora pela forma como Yeda Crusius a classificou após a empresária ter confirmado que Marcelo Cavalcante iria depor no Ministério Público Federal no processo que investiga as denúncias de corrupção no Palácio Piratini. "Querem sequestrar a minha honra", disse Magda no encontro que teve ontem com deputados na Assembleia Legisltiva, referindo-se aos comentários maldosos feitos por Yeda Crusius. "Vindo de mulher, é mais cruel", considerou.

Logo após a morte de Cavalcante, Yeda afirmou que tinha visto Magda uma única vez em Brasília e que o comportamento da esposa do então representante do Estado na capital federal não estava à altura do cargo ocupado pelo marido. "Se eu fosse velha, feia e gorda, o que será que ela diria", questionou Magda.

A empresária disse que veio ao Rio Grande do Sul para, além de contatos profissionais, mostrar que é uma mulher empreendedora, mãe de três filhos e não uma aventureira. "Quando eu enfrentava o pior momento da minha vida, tentaram me afundar e desconstituir a minha imagem. Esta forma de fazer política é o que existe de pior", avaliou.

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